Terapias alternativas

Lidar com o luto é uma das situações mais difíceis pelas quais passamos, porque, obrigatoriamente, temos que encarar a dor de perder alguém. Não é à toa que às vezes o primeiro estágio do luto é justamente o da negação, tamanha dificuldade de aceitar a morte e o vazio emocional que ela pode acarretar. Por isso, é importante encontrar formas e atalhos que ajudem a lidar com o luto. As terapias alternativas para lidar com o luto podem ser um bom caminho. Elas são bastante diversas e você pode adotar aquela com que mais se identificar.

Já pensou em usar plantas e flores como terapias alternativas para ajudar no momento de luto?

Os florais são terapias alternativas para o luto que utilizam extratos de plantas e flores para ajudar na regulação emocional. Um aspecto positivo é que eles não possuem contraindicação e podem ser utilizados em qualquer idade. É possível encontrar os florais em farmácias de manipulação, seja com fórmulas prontas ou manipuladas.

Há florais para os mais diversos sentimentos: tristeza, raiva, solidão, angústia, medo, impaciência e ansiedade, todos bem comuns em momentos de luto. Sendo assim, a escolha deve se basear naquela emoção que está mais latente e difícil de controlar. Um exemplo de floral bastante usado é o chamado “Star of Bethlehem”, indicado para situações emergenciais e de grandes traumas por proporcionar sensação de alívio.

Você conhece a naturopatia e como ela é uma terapia alternativa para lidar com o luto?

Uma terapia alternativa para o luto é a naturopatia, cujo olhar para o ser humano e sua saúde engloba a integração entre corpo, mente e espírito. Com essa abordagem integralista, o intuito é remover os obstáculos que impedem que a pessoa tenha bem-estar. Um exemplo de barreira é a negatividade, sintoma comum em alguém que esteja passando pelo luto.

O profissional de naturopatia avaliará o seu paciente com o objetivo de compreender como o seu corpo funciona, por isso é uma terapia de caráter individual. Aliada à medicina moderna, as técnicas utilizadas são consideradas não invasivas, como acupuntura, massagens, hábitos alimentares saudáveis, exercícios físicos, entre outras. Dessa forma, a naturopatia, além de ser uma terapia alternativa para o luto, é uma forma de prevenir diversas doenças, como depressão, diabetes e problemas cardiovasculares.

Acalme a mente e os sentimentos de luto com meditação

Os benefícios da meditação têm sido alvos de pesquisa há alguns anos e estão cada vez mais comprovados. Alguns deles são: redução do estresse e sentimentos negativos, como a raiva, melhora da autoestima, aumento da sensação de bem-estar, diminuição da ansiedade, estabilização da pressão sanguínea, entre diversos outros.

Por isso, a meditação também pode ser vista como uma terapia alternativa para lidar com o luto. Engana-se quem pensa que precisa passar muito tempo meditando. O indicado é começar a prática com poucos minutos diários e ir aumentando gradativamente, conforme for se sentindo confortável. Ela pode ser feita em silêncio, com sons da natureza e até de forma guiada. Atualmente, há diversos canais no Youtube dedicados a práticas de meditação guiada, assim como aplicativos gratuitos. 

A meditação pode ser feita em qualquer lugar: em casa, no trabalho, em viagens e onde mais quiser. Basta fechar os olhos, iniciar o processo com algumas inspirações profundas e manter o foco na respiração, inalando e exalando pelo nariz.

Musicoterapia é terapia eficiente para lidar com o luto.

A música faz parte do dia a dia das pessoas. Que tal usá-la como tratamento em um momento difícil? A musicoterapia é uma técnica que une expressão artística e saúde para promover bem-estar. A explicação para isso é dada pela ciência: a música é capaz de ativar diversas áreas do cérebro ligadas às emoções, sendo capaz de mudar o nosso humor e nossa sensibilidade. É por essa razão que a musicoterapia é indicada como terapia alternativa para as pessoas que estejam com dificuldade de superar o luto. 

As sessões de musicoterapia podem ser feitas de forma individual ou em grupo, ajudando na formação de novas amizades e na retomada de uma vida social ativa, o que pode ser bastante importante num período de luto, no qual a tendência é a pessoa querer se isolar. Além disso, a prática estimula o corpo a liberar emoções, sendo uma técnica eficiente para quem tem dificuldade de se expressar por meio de palavras ou dizer o que sente.

Conheça a hipnoterapia e como ela ajuda com o luto.

A hipnoterapia é uma técnica bastante antiga, utilizada até por Freud, o pai da psicanálise, em seu início de carreira. Na verdade, ela é até mais antiga, tendo registros desse tipo de prática desde o Antigo Egito.

O objetivo da hipnoterapia é auxiliar o paciente a conseguir ressignificar e liberar emoções que ficaram reprimidas, algo bem comum a quem está passando por um período de luto, principalmente em relação à raiva e à sensação de desamparo. Além disso, a hipnoterapia ajuda a desfazer crenças limitantes, ou seja, aspectos que acreditamos como verdadeiros sobre nós mesmos e que podem limitar nossas ações. Em uma situação de luto, as crenças limitantes podem ser, por exemplo, acreditar que nunca mais será feliz sem a presença daquela pessoa que partiu. 

Ao buscar a hipnoterapia como terapia alternativa para lidar com o luto, é importante procurar um profissional qualificado e habilitado para aplicar a técnica.

Conheça a hipnoterapia e como ela ajuda com o luto.

A hipnoterapia é uma técnica bastante antiga, utilizada até por Freud, o pai da psicanálise, em seu início de carreira. Na verdade, ela é até mais antiga, tendo registros desse tipo de prática desde o Antigo Egito.

O objetivo da hipnoterapia é auxiliar o paciente a conseguir ressignificar e liberar emoções que ficaram reprimidas, algo bem comum a quem está passando por um período de luto, principalmente em relação à raiva e à sensação de desamparo. Além disso, a hipnoterapia ajuda a desfazer crenças limitantes, ou seja, aspectos que acreditamos como verdadeiros sobre nós mesmos e que podem limitar nossas ações. Em uma situação de luto, as crenças limitantes podem ser, por exemplo, acreditar que nunca mais será feliz sem a presença daquela pessoa que partiu. 

Ao buscar a hipnoterapia como terapia alternativa para lidar com o luto, é importante procurar um profissional qualificado e habilitado para aplicar a técnica.

Maneira simples de lidar com o luto: faça exercícios físicos.

Realizar exercícios físicos com frequência é uma ótima terapia para o luto. Ao colocar o corpo em movimento, ele ativa com mais frequência a liberação de dois neurotransmissores, a endorfina e a serotonina. Ambas são responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar e, consequentemente, pela diminuição do estresse, tensão e ansiedade. A partir de 15 minutos de exercício, o corpo já começa a liberar endorfina. Ou seja, seu corpo não precisa de práticas exaustivas e que extrapolem o seu limite para receber esse benefício.

A liberação desses neurotransmissores durante o exercício físico auxilia também em outro aspecto: a melhora da qualidade do sono, tornando-se mais relaxante. Muitas pessoas que passam pelo período de luto se queixam da dificuldade para dormir. Por isso, exercitar-se com frequência é uma prática importante e uma ótima terapia para o luto.

morte de famosos

A morte de pessoas famosas costuma provocar grande comoção e luto coletivo. Uma das razões é que as pessoas famosas fazem parte do nosso dia a dia, seja por ouvirmos suas músicas, vermos seus filmes, ou outras situações, criando um sentimento de intimidade por nossa parte. Elas acabam nos acompanhando no cotidiano, em momentos felizes, tristes, parecendo com nossos amigos.

Além disso, o luto coletivo e a morte de pessoas famosas trazem uma reflexão sobre a nossa vida, permitindo que pensemos sobre o que queremos, o que mais nos importa, sobre as pessoas que amamos e que são essenciais para nós. Por isso, é importante que o luto coletivo seja demonstrado tanto quanto o luto pessoal, já que se trata de um momento de sensibilidade, de vulnerabilidade, no qual as emoções precisam ser expressas.

Personalidades políticas como os presidentes Tancredo Neves e John Kennedy, esportistas como Ayrton Senna, celebridades como Lady Diana e Michael Jackson, referências da música como Freddy Mercury e Renato Russo, ou jovens artistas como os Mamonas Assassinas, Paulo Gustavo a Marília Mendonça, são todos casos de perdas que geraram grande comoção popular e luto coletivo.

Marília Mendonça e o luto coletivo.

A morte precoce da cantora sertaneja Marília Mendonça chocou o Brasil. Poucas horas antes do acidente de avião ocorrer, ela havia postado vídeos e fotos em suas redes sociais, além de ter ligado para fãs. 

Com apenas 26 anos, Marília Mendonça era sucesso absoluto. Seu álbum “Todos os cantos” foi premiado com o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja. Logo após sua morte, que ocorreu no dia 5 de novembro de 2021 por conta do choque do avião onde estava com o cabo de uma torre de distribuição de energia, ela se tornou a artista mais ouvida do mundo em plataformas digitais, como Youtube e Spotify. É uma prova de sua relevância para a música. Também demonstra que o público lidou com esse luto coletivo de pessoa famosa buscando contato com suas composições e ouvindo suas canções.

Mas o luto por Marília Mendonça não ficou apenas entre os anônimos, pelo contrário. Grandes nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Alcione e Ivete Sangalo, postaram em suas redes sociais sobre a morte da cantora sertaneja, reconhecendo seu enorme talento e lamentando sua partida tão precoce, no auge da carreira.

Ricardo Boechat: uma perda no cotidiano brasileiro.

Assim como Marília Mendonça, Ricardo Boechat, de 66 anos, foi vítima de um acidente aéreo, em fevereiro de 2019. O helicóptero em que estava bateu num caminhão na Rodovia Anhaguera durante tentativa de pouso de emergência, quando voltava de uma palestra realizada na cidade de Campinas (SP). 

Boechat trabalhava como apresentador do Jornal da Band e da BandNews FM, além de ter passado por outras emissoras, como Globo e SBT, e jornais como O Globo e O Estado de São Paulo. Por isso, sua morte foi muito lamentada pelo público, que o acompanhava diariamente pelas manhãs na rádio ou à noite no telejornal. Independentemente do veículo, Ricardo Boechat era uma figura presente no dia a dia das pessoas.

  O jornalista era colecionador de diversos prêmios na área, como o Prêmio Esso e o Prêmio Comunique-se, do qual era recordista.

O riso se tornou pranto: o luto coletivo pela morte de Paulo Gustavo.

Um dos artistas mais queridos do Brasil, Paulo Gustavo, de 42 anos, foi vítima da pandemia da Covid-19, falecendo no dia 4 de maio de 2021, após longa luta contra a doença. Foram quase dois meses internado e, durante todo esse período, familiares, fãs e amigos do comediante realizaram correntes de oração e outras manifestações de amor e fé.

Paulo Gustavo era soberano na comédia nacional. A trilogia Minha mãe é uma peça, na qual interpretava Dona Hermínia, praticamente uma réplica de sua própria mãe, atingiu a marca de 30 milhões de espectadores, sendo alguns dos filmes mais vistos na história no cinema nacional.

Por mais que estivesse enfrentando complicações decorrentes da Covid-19 por quase dois meses, sua morte foi um duro golpe para os brasileiros, que tantas vezes se divertiram com suas atuações, sejam na televisão, cinema, teatro ou internet. Até Fernanda Montenegro, considerada a maior atriz do Brasil, rasgava elogios ao artista, descrevendo Paulo Gustavo como “fenômeno” e “força cênica avassaladora”.

Um luto do tamanho do artista: a irreparável perda de Michael Jackson.

É praticamente impossível encontrar alguém que não conheça ao menos uma música do maior nome da música pop mundial. Michael Jackson é um dos nomes mais importantes da história e deixou um grande legado, que continua influenciando diversos artistas pelo mundo.

A morte do “Rei do Pop” aconteceu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos, devido a uma overdose medicamentosa. Seu funeral foi do tamanho de sua grandeza: ele foi televisionado para diversos países e só nos Estados Unidos foram mais de 30 milhões de espectadores. Diversos artistas e ícones mundiais se apresentaram na cerimônia e disseram palavras de conforto. Até uma declaração de Nelson Mandela foi lida, na qual ele afirmava sua admiração por Michael Jackson e que ele era praticamente um membro de sua família.  

A morte da Princesa Diana foi uma das que mais chocou o mundo.

Lady Diana Spencer, a ex-esposa do príncipe Charles, da realeza britânica, teve uma morte bastante polêmica. O fato aconteceu em 31 de agosto de 1997 e foi causado por um acidente de carro. O motorista perdeu o controle do automóvel enquanto fugia de fotógrafos “paparazzi” que seguiam Diana e seu namorado, o milionário egípcio Dodi Al-Fayed, que morreu na hora. Lady Di, como era chamada, ainda foi levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Teorias conspiratórias que surgiram à época afirmavam que um dos nomes responsáveis pelo acidente era o da Rainha Elizabeth II, sua ex-sogra, com a qual tinha uma relação bastante conturbada na época em que viveu pelos palácios da realeza.

O luto coletivo e a morte de pessoas famosas não era algo novo, mas, no caso de Diana, teve uma comoção ainda maior. Ela era conhecida por sua filantropia ainda quando era casada com o príncipe Charles, sendo protagonista na luta de diversas causas sociais, como pelas pessoas que sofriam com a AIDS. Outra causa com a que teve bastante envolvimento foi a Campanha Internacional de Proibição de Minas Terrestres. A atenção recebida pela Campanha contribuiu para que merecesse o Prêmio Nobel da Paz de 1997, ano da morte de Diana. 

Seu funeral também foi transmitido ao vivo, com audiência estimada em 2,5 bilhões de pessoas. Não é à toa que Diana foi considerada pelo voto popular como a 3ª maior personalidade da Inglaterra em votação feita pelo canal de televisão BBC.

Rita Lee: o falecimento da rainha do rock

Rita Lee Jones faleceu em 8 de maio de 2023, aos 75 anos, em São Paulo, após lutar contra um câncer de pulmão diagnosticado em 2021. Descendente de imigrantes norte-americanos e italianos, Rita Lee nasceu e cresceu em São Paulo.

Aprendeu a tocar bateria aos 15 anos de idade. Na década de 1960 formou, ao lado dos irmãos Arnaldo Baptista e Sérgio Dias, a banda “Os Mutantes”, a mais icônica banda de rock brasileiro daquela geração.

Em 1972, decidiu lançar sua carreira solo com o álbum “Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida”. Com seu talento musical, associado à irreverência, ousadia e coragem de sua personalidade, Rita Lee marcou época.

Tornou-se um símbolo de afirmação e libertação feminina, com músicas lendárias como “Ovelha Negra” e “Mania de Você”. Seu legado atravessou gerações de brasileiros e apreciadores do rock e da música popular brasileira.

Morre um dos maiores líderes religiosos do mundo: Papa Francisco

O Papa Francisco faleceu em 21 de abril de 2025, aos 88 anos, no Vaticano, após um período de saúde delicada. Nascido Jorge Mario Bergoglio em Buenos Aires, Argentina, em 1936, ele se tornou o primeiro papa latino-americano da história da Igreja Católica, eleito em 2013.

Antes de sua eleição papal, Francisco construiu uma reputação de humildade e serviço aos mais necessitados. Sua abordagem pastoral, focada na misericórdia e no diálogo inter-religioso, marcou seu pontificado. Ele buscou reformar a Igreja Católica, promovendo maior transparência e combatendo a desigualdade social.

Seu legado inclui a defesa do meio ambiente, a crítica ao consumismo e a busca por uma Igreja mais inclusiva. Suas palavras e ações inspiraram milhões de pessoas ao redor do mundo, deixando uma marca indelével na história da Igreja Católica e da humanidade.

Mulher frustrada ou estressada no escritório, sentado na mesa com laptop, glasses, papéis e uma caneca, demonstrando cansaço ou sobrecarga de trabalho.

Enfrentar o luto após a morte de um colega de trabalho é um tema pouco discutido, porém muito importante, pois todos nós estamos sujeitos à morte de pessoas especiais que estão no nosso convívio diário. 

Experimentamos ao longo dessa jornada algumas perdas significativas de pessoas com as quais tínhamos uma forte ligação afetiva. O luto pela morte de um colega de trabalho deve ser considerado dentro deste contexto, pois, com a relação profissional que aproxima os colegas, é provável que exista um vínculo significativo, por vezes até de amizade, construído através da convivência. 

O luto por um colega de trabalho afeta toda a equipe.

Embora não seja frequente, esse episódio pode acontecer a qualquer momento e em qualquer instituição, modificando a dinâmica do grupo, impactando o dia a dia dos colaboradores e a saúde mental. 

Seja uma morte repentina ou não, causada por acidente ou por doença, isso exigirá de todos e de cada um novas configurações e adaptações. Algumas instituições contam com programas de acolhimento e apoio aos colaboradores, desenvolvidos pelo departamento de Recursos Humanos.

O processo de luto é individual, varia de pessoa para pessoa, como já vimos em textos anteriores. Assim, o luto por um colega de trabalho pode desencadear diferentes reações e manifestações emocionais diante da perda.

Como retornar ao escritório durante o luto por um colega de trabalho.

O retorno ao trabalho nos dias subsequentes não será fácil. Alguns voltam aparentemente sem nenhuma manifestação emocional, outros mostrarão sentimentos de tristeza e muitas vezes parecerão confusos e sem norte. 

Além da ausência que vai pairar nos corredores, daquele “bom dia”, do momento do café, das discussões das tarefas a serem executadas ao longo da semana, você pode lidar com certa desmotivação para o trabalho, desânimo e falta de foco. Sua concentração pode ficar comprometida, perder seu apetite, mostrar irritabilidade com o restante dos colegas e muitas outras manifestações esperadas neste momento. 

Se você está vivenciando essa difícil experiência de luto por um colega de trabalho veja algumas orientações que podem fazer a diferença no seu percurso de luto pessoal.

  • O primeiro passo é aceitar o seu luto. Você está de luto!
  • Não tenha pressa, pois esse processo leva tempo e reconstruir um novo clima de trabalho vai exigir muita energia física e psíquica. 
  • Cuide de si em todos os sentidos, se antecipe seguindo com uma boa alimentação, uma boa qualidade de sono e, se possível, faça exercícios regularmente. Isso pode ajudá-lo contra uma eventual depressão ou problemas de saúde.
  • É importante compreender que as pessoas vivem seus lutos de formas diferentes, mas é preciso considerar que todos os que conviviam com essa pessoa sofrerão algum impacto e terão reações distintas, que irão desde tristeza, choro, ou necessidade de falar do colega, até negação, distanciamento, racionalização e aparente isolamento.
  • Se houver alguma cerimônia de despedida ou homenagem, será uma boa ocasião para se despedir, para apoiar a família, dizer o quanto, além deles, você também sentirá falta daquela pessoa. 

Como o gestor pode ajudar a equipe em luto por um colega de trabalho?

Os gestores e colegas serão fundamentais para essa travessia chamada luto.    

Se você é gestor e sua equipe enfrenta o luto por um colega de trabalho, será necessário ter muita dedicação e compreensão neste momento delicado.

  • Se possível, crie pequenas flexibilizações na rotina para que o trabalhador possa sentir-se amparado e compreendido pela empresa. 
  • Não espere que sua equipe volte à normalidade tão rapidamente, especialmente se a morte tiver sido de um dos membros do time.
  • Considere que a equipe precisa de tempo para se recuperar e que, durante todo esse período, provavelmente você enfrentará uma queda no desempenho individual e coletivo. 
  • Esteja disponível e escute ativamente as necessidades do pessoal. 
  • Demonstre interesse em saber o tipo de suporte que fará com que eles se sintam mais acolhidos.
  • Deixe sua equipe à vontade para que sintam que podem pedir ajuda psicológica quando necessário.
  • Mantenha os ‘3 Cs’ em mente: Comunicação, Compaixão e Conexão.

Estruture as formas de apoio e implemente o que for possível dentro do seu contexto. Somente de saber que o gestor está disponível e atencioso em relação ao luto da equipe já é um excelente consolo para enfrentar este processo.

Dicas para enfrentar o luto por um colega de trabalho que partiu.

O trecho da letra de uma música do Milton Nascimento (“amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”) nos convida a refletir: quem amamos fica no nosso coração, ou seja, do lado de dentro, mesmo que não exista mais do lado de fora. 

Estas são algumas ações que visam ajudá-lo a reestabelecer uma certa ordem emocional para continuar suas atividades.

  • Peça ajuda se for necessário, não espere que as pessoas a sua volta saibam o que está sentindo. 
  • Se para você é importante externar seus sentimentos, busque alguém que possa ouvi-lo. Não adianta fazer de conta que nada aconteceu, pois a longo prazo isso poderá acarretar mais problemas. 
  • A ajuda de algum profissional da área médica ou psicólogo pode ser necessária para uma avaliação e orientações. 
  • Caso você esteja acompanhando um amigo que perdeu um colega, pode auxiliá-lo escutando seus sentimentos sem julgá-los, pois neste momento tudo que o enlutado precisa é ser acolhido incondicionalmente.

Perder alguém é difícil e doloroso, mas você não precisa passar por isso sozinho. Cerque-se de pessoas que te fazem bem e receba o acolhimento neste período de luto.

Este texto foi desenvolvido pelo Centro de Psicologia Maiêutica em colaboração com o Grupo Cerejeiras

Escultura artística ao ar livre com estrutura de coração e cobertura em formato de sombrinha, decorada com rosas vermelhas, rodeada de árvores e céu claro.

Dia de Finados, comemorado no dia 2 de novembro, é celebrado em muitas culturas e de diferentes formas. Esse dia é também conhecido como Dia dos Mortos

O que significa a palavra finados?

Se buscarmos o significado da palavra “finados” chegamos ao verbo “finar”, que vem do latim “finis” ou seja: acabar, finalizar, encerrar. O significado gramatical de finados seria então algo que finou, findou, acabou, morreu. 

Quando aconteceu a primeira celebração do Dia de Finados?

O Dia de Finados celebrado pelo cristianismo como conhecemos hoje foi instituído pela primeira vez na França, no século X. O abade Odilo de Cluny sugeriu, no dia 2 de novembro de 998, que todos dedicassem aquela data para orar pelas almas dos que já se foram. Odilo resgatou um dos elementos principais da fé católica: a perspectiva de que boa parte das almas dos mortos está no Purgatório em um processo de purificação antes de ascender ao Paraíso e, desta maneira, precisam de nossas preces e orações.

Dia de Finados e as tradições religiosas.

Mesmo sendo conhecido como um feriado católico aqui no Brasil, o Dia de Finados não é exclusivo da religião católica. Os mortos são homenageados em um dia específico em muitas religiões.

Além da Igreja Católica, as igrejas Anglicana e Ortodoxa Oriental também celebram o Dia de Finados. 

A celebração é opcional na Igreja Anglicana, porém possui grande adesão entre os fiéis. Na Igreja Ortodoxa, além do Dia de Finados, também existem os “Sábados das Almas”, que são sete sábados por ano dedicados aos mortos.

As Igrejas Luterana, Metodista e Anglicana consideram o Dia de Finados uma continuação do Dia de Todos os Santos (dia 1º de novembro).

Tradições brasileiras no Dia de Finados.

No Brasil, o Dia de Finados é um dia de pensamentos e lembranças daqueles que partiram e de valorização da vida. Como a maior parte das escolas e negócios estão fechados neste dia, as pessoas ficam livres para celebrar em casa ou fora.

Aqui, é típico ir ao cemitério visitar o túmulo de seus entes queridos para deixar-lhes flores, cuidar do túmulo, fazer orações por eles e recordar a vida de quem já não está entre nós. Neste dia, os cemitérios geralmente ficam lotados de visitantes e também é muito comum ver pessoas indo às igrejas e celebrando missas pelas pessoas que já se foram.

Curiosidades sobre o Dia de Finados em diferentes culturas ao redor do mundo.

Cada parte do mundo celebra a data de uma maneira diferente. Alguns países, como o México, por exemplo, fazem a chamada Festa dos Mortos, que dura três dias. Já na Indonésia, acontece um ritual chamado Ma’nene, que consiste em vestir o morto com diferentes roupas. No Haiti, é muito comum ir para perto do cemitério e fazer uma batucada com grandes tambores à noite para despertar o Deus dos mortos.

Dia de Finados no Japão: Festival Bon.

O Festival Obon, ou simplesmente Bon, é um evento equivalente ao Dia de Finados no Brasil. 

É o mais longo festival do Japão e tem como objetivo homenagear os ancestrais. 

O ritual se baseia na crença de que durante os dias do festival os espíritos retornam para o mundo dos vivos para visitar sua família. 

Seguindo a tradição, todos acendem lanternas e as penduram na frente das casas, para que possam guiar os espíritos dos antepassados de volta aos seus lares. É costume também fazer muitos tipos de danças tradicionais, no entanto, a principal é a famosa Bon Odori. 

Seguindo a programação do festival, o fim da tarde do último dia é o momento da cerimônia Toro Nagashi. Nesta cerimônia, lanternas de papel são depositadas nos rios, lagos e mares. Cada lanterna possui o nome dos falecidos homenageados, o que os participantes consideram uma delicada homenagem para a alma dos seus antepassados. De acordo com a tradição, estas luzes mostram aos espíritos o caminho de retorno. Este último dia do festival é também conhecido como o “Festival das Lanternas”.

Dia de Finados na China: Festival Ching Ming.

O Festival Ching Ming é um momento em que as famílias se reúnem para prestar homenagens aos antepassados e entes queridos já falecidos.

De acordo com a tradição, durante o Festival Ching Ming os familiares aproveitam os dias para visitar o túmulo dos entes queridos, realizar a limpeza, fazer a manutenção das placas com nome e enfeitar a sepultura.

As famílias mais tradicionais costumam colocar na lápide comidas, em oferenda ao seu ente querido que faleceu. Algumas comidas são bem elaboradas, como carne de porco, frango e doces, além de vinhos e incensos. O ato de compartilharem os alimentos na lápide é considerado uma forma de jantar com seus ancestrais.

Fogos de artifício e queima de notas de dinheiro fantasma (dinheiro falso que é vendido em lojas de artigos religiosos) são parte do festival Ching Ming.

Os chineses acreditam que tudo o que é ofertado ao parente nesta data é recebido por ele do outro lado da vida, e os dias do festival são reservados para reforçar a honra e o respeito para com a família e para a memória dos familiares que já partiram.

Dia de Finados na Índia: Pitru Paksha.

O Pitru Paksa é nome da comemoração do Dia de Finados realizada na Índia, onde famílias podem homenagear os entes queridos e seus antepassados. O ritual dura 15 dias durante o mês de setembro e deve seguir diversas regras.

Os indianos acreditam que esta celebração conduz ao equilíbrio com as forças da natureza, pois todas as almas, tanto as do nosso mundo quanto as almas dos que já partiram, fazem parte da mesma força vital, que é a base da criação. Nesta crença, fazer e receber orações traz boas energias para a nossa vida e para os nossos ancestrais.

Dia de Finados no México: Día de los Muertos.

O Día de los Muertos no México é celebrado na mesma data brasileira: 2 de novembro. Para os mexicanos, o Día de los Muertos celebra os ciclos da vida e da morte, fazendo uma homenagem direta àqueles que já morreram. Ao contrário do que se pensa, o Día de Los Muertos não ocorre apenas em território mexicano: em muitos outros países comemora-se a data, muitos deles influenciados pela forte presença de imigrantes mexicanos, com os Estados Unidos, Canadá e alguns países da América Central.

No México, a data é famosa pelo uso das “Calaveras”, caveiras coloridas pintadas e ornamentadas. O Día de los Muertos acontece 2 dias antes do Halloween. O feriado no México é muito importante, sendo considerado pela UNESCO como um Patrimônio da Humanidade.

O enfrentamento do Luto no Dia de Finados.

Aqueles que tiveram que lidar com a separação física de alguém de forte ligação afetiva, seja por COVID ou por outra causa de morte, aprendem da pior forma o real significado do conceito budista da impermanência. Ou seja: nada é permanente, a não ser a própria impermanência das coisas. A morte faz parte da vida, que muitas vezes pode ser curta e enigmática e temos que enfrentar esta dura e inconcebível realidade.

Quem vive um processo de luto recente — dias, meses ou anos — sabe que o tempo é um simples registro da nossa existência e da nossa passagem. Não existe um tempo certo para o luto: cada pessoa vai passar por esse processo de uma forma particular. Alguns estudos apontam que o primeiro ano é o mais difícil, por se tratar de um primeiro ciclo vivido na ausência física da pessoa falecida. 

A tendência é que os enlutados contem os dias um a um a partir da morte da pessoa. Nesse sentido, o Dia de Finados é uma data que reedita o dia da morte com todos os sentimentos e sensações daquela ocasião. Aqueles que amamos não findam em nossas vidas e muito menos em nossos corações. O que amamos torna-se eterno.

Por essa e outras razões compreendemos que ao contrário do termo findar, o Dia de Finados é um dia de reascender, de gestar memórias, viver saudades e com as lembranças fazer homenagens a todos aqueles que passaram a morar nos corações, pois aquele que se ama não finda nunca. 

As experiências de supressão e quase inexistência dos rituais de velório e sepultamento, devido à pandemia, escancararam cada vez mais a importância psicológica das cerimônias fúnebres e rituais de despedida.

Ideias para enfrentar o luto e homenagear seu ente querido no Dia de Finados.

O Dia de Finados é uma data importante para homenagear a vida e ressuscitar o legado daquele que jamais será esquecido enquanto for lembrado. Por isso, considere as seguintes sugestões para o Dia de Finados: 

  1. Honre todos os sentimentos que aparecerem e dê cor a eles.  
  2. Você pode estar alegre, triste, com raiva, ou muita saudade. Todos os sentimentos são legítimos, pois o luto é muito individual e particular. 
  3. Agradeça o privilégio de ter vivido com essa pessoa, que hoje está ausente no mundo físico, mas nunca desaparecerá da sua memória.
  4. Tudo bem se sentir triste, mas ao invés de “morrer de saudade”, que você possa “viver a saudade” trazendo lembranças engraçadas, frases que a pessoa gostava de dizer, “saias justas” que viveu, apelidos e o que as pessoas diziam de seu ente querido. 
  5. Construa uma caixa, ou melhor, um relicário de objetos dessa pessoa, tais como: fotos, peças pessoais, objetos significativos, lista de músicas preferidas, filmes, comidas, curiosidades etc. 
  6. Na saudade e nas homenagens cabe tudo: o passado, o presente e o futuro. Faça o exercício de contar para a pessoa amada uma notícia que é recente e que ela gostaria de saber. Atualize seus planos e compartilhe com ela seus projetos. 
  7. Gratidão é um sentimento que vamos construindo ao longo do nosso caminho existencial. Reverenciar a sua vida e a vida dos que estão em seu entorno é um ritual de grande importância, pois uma vez que vivemos uma perda, temos ciência de que a vida é passageira e devemos viver todos os dias como se fosse o último.

Suporte ao enlutado e o Dia de Finados no Cerejeiras.

Para o Parque das Cerejeiras, o suporte ao luto significa oferecer atendimento humanizado e de acolhimento às famílias com foco na saúde espiritual e psicológica. Contamos com a parceria do Centro de Psicologia Maiêutica, no trabalho de apoio psicológico ao enlutado. 

Outras ações realizadas pelo Parque das Cerejeiras que possibilitam a expressão e a elaboração do luto são o projeto Vida Verde – no qual, é possível plantar uma árvore em memória ao ente falecido – e o painel Deixe sua Mensagem.

No Dia de Finados, oferecemos aos visitantes palestras sobre o luto, atividades de homenagem como a soltura de balões, além de missas e cultos para quem busca conforto religioso.

Entre em contato conosco e conheça nosso trabalho.

Este texto foi desenvolvido em colaboração pelo Centro de Psicologia Maiêutica e pelo Grupo Cerejeiras.

Para conhecer nossas soluções, clique aqui.

MG 3141 2

O projeto Vida Verde é um dos projetos do Parque das Cerejeiras de que mais nos orgulhamos. Nele estão reunidos vários de nossos compromissos e propósitos: uma ação de homenagem que congrega sustentabilidade, preservação ambiental, educação e apoio ao luto.  

Plante uma árvore e celebre a vida!

Por meio do Projeto Vida Verde, convidamos o visitante a plantar uma árvore em homenagem ao ente querido falecido. Vemos o ato de plantar uma nova árvore como uma forma de celebrar a memória através da vida e de simbolizar a sua continuidade.

Nos anos iniciais do Vida Verde os plantios eram realizados no próprio Parque das Cerejeiras. A partir de 2021, passamos a oferecer mudas concebidas no viveiro do Cerejeiras para que o plantio seja realizado fora do nosso espaço, no lugar de escolha do participante. 

“Plante uma árvore e veja nascer uma homenagem” é um dos slogans que sintetizam o Vida Verde.

Um projeto, muitas árvores e inúmeros benefícios!

  • O contato com a natureza e o processo de luto.

Entendemos que a simbologia de uma nova vida se desenvolvendo, crescendo e iniciando seu ciclo no mesmo local onde descansa o corpo do ente querido falecido é muito poderosa. Existe uma relação entre a vida e a morte e os ciclos da natureza. 

Para além do teor sentimental da homenagem, todos os envolvidos também aprendem muito com o plantio, pois, ainda que de maneira indireta, a o contato com a educação ambiental e preservação da natureza devem fazer parte de nossa vida. 

  • Benefícios para a comunidade.

Com as diversas ações de sustentabilidade adotadas pelo Cerejeiras, abraçamos o propósito de promover a educação ambiental da sociedade. Queremos propagar os valores da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, divulgando e dando visibilidade às nossas práticas e ações. Afinal, a efetiva proteção do meio ambiente depende da consciência coletiva sobre a importância de cada ação individual.

A criação de uma floresta para preservação da fauna e flora é determinante para a comunidade e para as próximas gerações, somente com o cuidado com o meio ambiente garantiremos qualidade de vida para o futuro.

  • Compromisso do Cerejeiras com a natureza e com o enlutado.

O Projeto Vida Verde é muito importante para o Cerejeiras, pois coloca nosso cliente como protagonista da homenagem, o apoia em sua trajetória de luto além de contribuir para a preservação do meio ambiente. Para nós é uma honra ver florescer a esperança de dias melhores para nosso planeta e dias mais leves no processo de luto dos familiares. 

Todos os envolvidos sentem orgulho do Projeto Vida Verde e destacam a importância de proporcionar os momentos que presenciamos durante as homenagens. É um privilégio plantar e acompanhar de perto as árvores crescendo, seja ao redor do espaço ou em outro lugar: uma feliz espera.

Quero plantar minha árvore em homenagem! Como participar do Projeto Vida Verde?

Para fazer parte do Projeto Vida Verde e homenagear o ente querido, basta ir ao Cerejeiras e escolher a espécie da muda de árvore que deseja plantar. Fornecemos mudas de árvores de diversas espécies (tais como ipê-amarelo, pitangueira, aroeira, jatobá), para que você possa plantar essa homenagem no local de sua escolha e eternizar a memória de quem você ama. O serviço é grátis e oferecido a clientes e não clientes.

IMG 6046

Saiba mais sobre a importância das árvores.

Além da fotossíntese, as árvores possuem diversos outros papéis ecológicos. As espécies arbóreas, por exemplo, evitam a erosão e melhoram a umidade relativa do ar por intermédio da evapotranspiração. Também servem de moradia para várias espécies de animais e fornecem alimento para uma grande quantidade de organismos vivos, inclusive o homem.

O controle da temperatura global (grande consequência do aquecimento global) é mais uma das muitas funções das árvores. Sem elas teríamos dias mais quentes, com umidade cada vez menor, além de perdemos os nossos locais de sombra. Enfrentaríamos também a erosão do solo e a diminuição de outras espécies de plantas e animais que dependem diretamente das árvores. 

As árvores absorvem odores e gases poluentes (óxidos de nitrogênio, amônia, dióxido de enxofre e ozônio) e filtram as partículas do ar prendendo-as nas folhas e na casca. A poluição do ar é um dos fatores que causam as doenças respiratórias e as árvores nos ajudam, melhorando a qualidade do ar que respiramos. 

Muitos estudos já demonstraram os benefícios das árvores para o restabelecimento da saúde. Pacientes internados em hospitais que têm acesso a uma vista da janela com árvores, por exemplo, se recuperam bem mais rápido e com menos complicações. Crianças com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) apresentam menos sintomas quando têm acesso à natureza. A exposição às árvores e à natureza também auxilia na concentração, reduzindo a fadiga mental.

Curiosidades sobre as árvores:

A árvore General Sherman, espécie de sequoia, que fica no Parque Nacional da Sequoia, na Califórnia (Estados Unidos), é considerada a maior árvore do mundo por causa do conjunto de medidas que possui: 82,6 metros de altura, 25,9 metros de diâmetro e 1.814 toneladas. Além disso, essa árvore tem cerca de 2.100 anos!

O Jequitibá, espécie típica da Mata Atlântica Brasileira, pode atingir 60 metros: a altura de um edifício de 20 andares. Jequitibá, em Tupi, quer dizer, “gigante da floresta”.

A Samaúma, árvore típica da Floresta Amazônica, é a maior espécie original do Brasil e possui 90 metros de altura em média.

Para conhecer nossas soluções, clique aqui.