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O que é exumação?

Exumação é o ato de desenterrar. O processo consiste na remoção dos despojos mortais de um ente querido (ossos) do jazigo e a sua respectiva reacomodação em uma urna exclusiva para esta finalidade.  

A exumação é normalmente solicitada com o objetivo de abrir espaço na gaveta para um novo sepultamento, seja em um jazigo familiar ou por aluguel de gaveta por tempo determinado. 

O processo de exumar é um momento doloroso para a família. Ele pode ser considerado um segundo sepultamento, pois a memória da perda do ente querido é reavivada, desencadeando um segundo luto em menor intensidade. 

É muito importante que as empresas envolvidas neste processo reconheçam a sensibilidade do momento e ofereçam um atendimento adequado.

Quais são os requisitos legais?

O prazo mínimo para a exumação de corpos, a partir da data de sepultamento, é de 3 (três) anos para adultos e de 2 (dois) anos para criança até a idade de seis anos. 

Fora dos prazos estabelecidos acima, a exumação poderá ser autorizada por ordem judicial ou pedido de autoridade sanitária. Decreto Estadual 16.017/80 artigo 551

Mesmo cumprindo o prazo legal de três anos não é certo que o corpo esteja apto a realização da exumação. Fatores com umidade, falta de circulação de ar e utilização de tanatopraxia podem retardar o processo natural de decomposição.

Como solicitar a exumação?

Para solicitar a exumação é necessário entrar em contato com o cemitério onde o ente querido foi sepultado.

O pedido de exumação deve ser feito pelo cônjuge ou filhos, sempre maiores de 18 (dezoito) anos. Na falta deles, utilizar a ordem estabelecida pelo artigo 1.829 da Lei Federal nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. (filhos ou cônjuge; pais; irmãos…)

O parente que está solicitando a exumação deve assinar o requerimento de exumação. Caso o dono do jazigo não seja o requerente da exumação, ele também deve assinar o requerimento.

Os documentos solicitados são:
I – Certidão de óbito;
II – Documento com foto do requerente;
III – Documento que comprove o parentesco do requerente com o falecido.

Para casos de morte violenta (p.ex. por perfuração, projétil de arma de fogo, etc) é necessário a “certidão de objeto e pé” do Processo. Esta certidão é obtida no Fórum, em que tramita o processo. Para trasladação dos despojos mortais para outro cemitério é necessária uma carta com autorização do cemitério ou crematório que irá receber os despojos.

Se for levado para outro município ou estado, há necessidade de autorização emitida pelo Distrito Policial.
No município de São Paulo, o pedido de exumação é regulamentado pelo Decreto Municipal Nº 59.196.

Por que exumar?

A prática da exumação é bastante comum no Brasil, o que possibilita um uso racional e ecológico dos espaços destinados a cemitérios.

Em Jazigo próprio a decisão de exumar é exclusiva da família. Neste caso, a opção pela exumação está relacionada à intenção de abrir espaço para novos sepultamentos.

O aluguel de gaveta para sepultamento é outro momento em que a exumação é muito utilizada. A locação é uma modalidade de enterro utilizada pelas famílias que não possuem jazigo próprio, muito comum na cidade de São Paulo.

Parte significativa dos óbitos da cidade utilizam o serviço de aluguel nos cemitérios municipais, conhecido como quadra Geral. São cerca de 26.000 sepultamentos anuais, que representam 40% do total de óbitos da cidade.  Alguns cemitérios particulares também oferecem este serviço.

O aluguel se dá por um período de 3 anos. Após este período a família precisa dar um destino aos despojos mortais do ente querido falecido. 

Normalmente, os despojos mortais são exumados e realocados em um jazigo da família ou em um ossuário.

Como é realizada a exumação?

A exumação é realizada por profissionais habilitados para tais serviços. É obrigatório o uso de EPIs para proteção dos profissionais.

O jazigo é aberto e a urna retirada. Em local aberto, a tampa do caixão é removida. Os restos mortais do ente querido falecido (ossos) são separados e acondicionados em uma urna adequada para este fim. 

A urna pode ser realocada no próprio jazigo ou pode ser levada para outro local de acordo com a preferência da família. 

Os restos de caixão e roupas são encaminhados para um local em acordo com as normas sanitárias locais.

A família, caso não se sinta à vontade em participar deste momento, não precisa acompanhar o processo presencialmente.

O que fazer com os restos mortais?

Soluções para quem precisa dar uma destinação a exumação:

O Memorial Parque das Cerejeiras desenvolveu soluções para famílias que necessitam realizar a exumação e não tem um local para destinar os restos mortais do seu ente querido. 

Oferecemos ossuário e jazigo em formato de assinatura (serviços) ou produtos, com preços a partir de R$60,00 mensais.

Entre em contato com nossa equipe de consultores para maiores detalhes.

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A história da região do M’Boi Mirim, assim conhecida por causa do nome da principal via que corta a região, a Estrada do M’Boi Mirim, começou há muitos anos. Localizado no coração do Jardim Ângela, na região do M’Boi Mirim, o Parque das Cerejeiras se orgulha de participar e fazer a diferença nessa extensa região da Zona Sul de São Paulo, que merece ter sua história contada e divulgada.

O que significa M’Boi Mirim?

O nome M’Boi Mirim na língua indígena significa “cobra pequena”, expressão usada para designar o rio que corre na região (rio Embu-mirim, antes chamado de M’Boi Mirim), ou seja, o “rio das cobras pequenas”.

M’Boi Mirim no século 17

A história do M’Boi Mirim, que percorre os diversos bairros localizados nos distritos do Jardim Ângela e Jardim São Luís, está diretamente ligada ao desenvolvimento da região de Santo Amaro. Área em que viviam índios guaianases, começou a ser ocupada por volta de 1607, quando próximo da área onde hoje se encontra o Centro Empresarial, no Jardim São Luís, foi instalado o Engenho de Nossa Senhora da Assunção de Ibirapuera, considerada a primeira extração de minério de ferro da América do Sul. A atividade mineradora durou cerca de 20 anos.

Tudo começou com imigrantes alemães na aldeia M’Boi Mirim.

Em 1829 iniciou-se novo processo de ocupação no local, com a chegada de 129 imigrantes alemães, trazidos por D. Pedro I para a colonização dessas terras. Três anos mais tarde, a região de Santo Amaro, que incluía a antiga Aldeia do M’Boi Mirim, foi elevada à categoria de Município.
Pouco tempo depois a região era a principal produtora de batata, marmelada, farinha de mandioca, milho, carne, madeira e insumos de construção civil. São Paulo absorvia grande parte da sua produção. Por esse motivo, em 1886 ocorreu a inauguração da primeira ligação de bondes movidos a vapor entre os dois municípios.

A represa do Guarapiranga na região do M’Boi Mirim.

Já no início do século XX a São Paulo Tramway, Light & Power iniciou o represamento do Rio Guarapiranga e alguns afluentes do Rio Pinheiros, com o intuito de regularizar a vazão do Rio Tietê nos meses de seca e alimentar as turbinas da Usina de Parnaíba. Com a implantação da represa, um novo público, formado principalmente por alemães e italianos, foi atraído ao local dotado de belezas naturais a fim de realizarem atividades de lazer, como caça, pesca e esportes náuticos. Com isso, a área atualmente formada pelo Distrito do Jardim Ângela ficou conhecida na época como Riviera Paulista.
Em 1934, com a inauguração do Aeroporto de Congonhas, o Município de Santo Amaro foi extinto, sendo sua área anexada ao Município de São Paulo.

O crescimento de Santo Amaro e o Parque Municipal do Guarapiranga.

Na década de 50 a região do M’boi Mirim passou por um intenso processo de ocupação, iniciando-se o loteamento dos sítios e chácaras, formando diversas vilas ocupadas pelos operários das indústrias em franco crescimento na região de Santo Amaro. Essa ocupação progrediu lentamente até a década de 60. A partir do fim da década de 60, com o crescimento do movimento migratório e o aumento da população de São Paulo, o M’Boi Mirim passa por um processo de expansão desordenada, inclusive das áreas de mananciais e de proteção ambiental.
Nessa época foi criado o Parque Municipal do Guarapiranga (1974).

Subprefeitura do M'Boi Mirim em números:

Distritos: Jardim Ângela e Jardim São Luis
área total: 62,10 km²
População (2010): 563.305 habitantes
Densidade Demográfica: 9.071 Hab/km²

O Cerejeiras e a região do M’Boi Mirim.

A partir dos anos 1980, a expansão desordenada e o adensamento populacional em condições precárias de estrutura urbana se intensificam. Em 1986, é emitida a autorização para o cemitério Memorial Parque das Cerejeiras, inaugurado em 1993. Firmava-se então a vocação do Cerejeiras como parque de preservação, um oásis de conservação ambiental na densa paisagem urbana da região. Esta visão seria abraçada em 2014 pelo Plano Diretor do Município, por meio do plano municipal de áreas protegidas e áreas verdes e espaços livres, integrado pelos cemitérios municipais. Em 2018, o Cerejeiras tornou-se o cemitério particular mais procurado de São Paulo, atendendo a mais de 20 mil famílias, uma referência na região do M’Boi Mirim e na Zona Sul de São Paulo.

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Mirante.

Quando vier nos visitar, não deixe de conhecer o nosso mirante. Este espaço contemplativo recebeu bancos de madeira que se curvam em direção à várzea onde as águas do Rio Embu-Mirim correm para a represa Guarapiranga, tornando o espaço, que já era muito visitado, ainda mais propício para admirar o pôr do sol. Há placas explicativas sobre a represa e o M’Boi Mirim.

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#FiqueEmCasa

O distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus nos obriga a tomar medidas cautelosas neste momento. É por isso que, com muito respeito e responsabilidade, solicitamos: neste 02 de novembro, não venha ao cemitério. Celebre o Dia de Finados na segurança de sua casa através das nossas redes sociais.

Problema nao despedida

O Problema na não despedida.

Há algo triste no luto relacionado às mortes pela covid-19.

Sob o risco de contaminação pelo novo coronavírus, algumas etapas fundamentais no processo de despedida foram suprimidas: sem o acompanhamento do doente em seus últimos dias no hospital, com velórios suspensos e sepultamentos rápidos com poucos familiares à distância e com caixões lacrados, ficou difícil se despedir. 

Acompanhe a live sobre esse assunto. Dia 02 Novembro as 16:00 em nossas redes sociais. 

Para sempre

Para sempre em nossos corações.

Participe da nossa campanha e faça uma homenagem ao seu ente querido.

Para participar, basta nos enviar uma foto e sua mensagem ao número 11 96192-8542 até o dia 31 de outubro. No dia 02 de novembro, o perfil @finadoscerejeiras2020 estará no ar e você poderá conferir todas as homenagens! Um ato simbólico que nos reforça o lugar onde as melhores lembranças estarão: para sempre em nossos corações.

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Dicas de Homenagens para serem feitas no conforto do seu lar.

  • Expresse seus sentimentos em uma carta ou cartão e deixe em um lugar de destaque na casa;
  • plante a flor favorita dela para ter boas lembranças para sempre;
  • ouça as músicas que você costumava vê-la escutar;
  • assista ao filme favorito dela;
  • faça a comida que ela mais gostava;

Para mais dicas disponibilizamos o informativo completo no formulário abaixo.

A Solução completa que oferece tranquilidade para sua família.

O Memorial Parque das Cerejeiras oferece uma solução cemiterial e funerária completa, inclusiva e com possibilidade de agregar idosos, tios, primos, sobrinhos, entre outros familiares. Nosso objetivo com a Assinatura Vida Assist é oferecer tranquilidade e segurança no momento mais difícil e desafiador que uma família pode enfrentar. Com a prevenção completa, sua família não precisa mais se preocupar em saber o que fazer quando ocorrer um óbito. Nós cuidamos de tudo, das orientações iniciais ao apoio à família enlutada. Resolvemos tudo com apenas um telefonema.

Condições especiais para clientes Cerejeiras: Envie-nos uma mensagem para: 11 94323-0535

Agradecemos a compreensão de todos e estamos sempre a disposição para esclarecer qualquer dúvida. Obrigado!

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Arrumar as roupas e os pertences do falecido provavelmente é uma das tarefas mais dolorosas após sofrer o impacto da perda. Os objetos da pessoa ausente estão carregados de sentimentos e histórias. Por esta razão a tarefa de lidar com as roupas e os pertences de quem partiu é tão delicada.

A importância das roupas e pertences do falecido no processo de luto.

Objetos são importantes para os que ficam pois representam a materialidade que não temos mais: abraçar uma peça de roupa ou um urso de pelúcia representa, de certa forma, o abraço que gostaríamos de trocar com nosso ente querido que partiu. Estar nos ambientes da casa como quarto ou escritório do falecido nos faz reviver momentos compartilhados ali e, muitas vezes, estas memórias estão ainda inundadas pela dor da despedida.

É melhor guardar ou se desfazer dos objetos e pertences de quem partiu?

Algumas famílias não querem se desfazer de nada, pois acreditam que precisam manter viva a lembrança ou o legado do falecido por meio dos bens que restaram. Outras acreditam que precisam tirar todas as coisas o mais rápido possível, na ilusão de que a dor e a saudade possam ser amenizadas. Ambas as escolhas são tentativas de abrandar o sofrimento pela ausência da pessoa falecida e nenhuma está totalmente certa ou totalmente errada

Quando começar e como organizar os pertences do falecido?

Não há um momento “certo” para arrumar os pertences, assim como não há um tempo determinado para atravessar o período do luto. Nesta situação é importante saber respeitar o processo de cada um. A família precisa de tempo e calma para lidar com tudo isso. 

Abaixo damos algumas importantes orientações que podem ajudar na tarefa de arrumar as roupas e pertences do falecido: 

  • Conversem entre si antes de tomar decisões.
  • Respeitem o momento de um e de outro, sem forçar qualquer decisão precipitada.

Procurem dar início à arrumação ao longo dos primeiros meses de luto, mas considerem arrumar as coisas devagar, por partes, conforme forem aguentando.

Itens e objetos importantes do falecido que devem ser guardados primeiro.

Além de ser um momento muito doloroso, a perda de um ente querido é também um momento de muitas decisões burocráticas. Nem sempre a família considerou um planejamento para morte, o que faz desta etapa um período ainda mais complicado, em que se procuram documentos importantes e informações úteis para os próximos meses. 

A organização dos documentos pode ser o início do processo de arrumar os pertences do falecido. Reúna todos os documentos, os coloque em uma pasta separada e a guarde em um local seguro porém de fácil acesso. É provável que a família precise destes documentos nos processos de herança, inventário, seguros e etc.

Monte uma caixa da memória para os pertences mais importantes do seu ente querido.

Assim como um baú guarda um precioso tesouro, reúna os objetos que melhor representam a pessoa que partiu, coloque-os em uma caixa e tenha seu próprio tesouro. Os objetos devem ser selecionados não pelo seu valor econômico, mas pelo valor sentimental que eles carregam: uma camisa favorita, um boné, chaveiro, fotos, cartas e tudo que trouxer lembranças positivas do seu ente querido. 

Feche a caixa e escreva o nome da pessoa que partiu. Deixe em um lugar guardado e abra seu tesouro sempre que quiser relembrar momentos importantes ou amenizar a saudade.

Doe as roupas do seu ente querido e ajude quem precisa.

As lembranças são mais valiosas que os objetos e, portanto, um bom destino para as roupas do seu ente querido é ajudar quem precisa. Tenha em mente que as lembranças que você deve guardar estão na sua mente e coração, não em objetos deixados pela pessoa. 

Adélia Prado, poetisa brasileira, escreveu que “aquilo que a memória amou fica eterno”, portanto não se preocupe em guardar objetos como recordação para o futuro, pois todos os momentos vividos com amor existirão pela eternidade em sua memória.

Transforme o quarto da pessoa que faleceu em um cômodo neutro depois do luto.

O quarto do ente querido é muito representativo para toda a família. Manter a disposição dos móveis intactos pode trazer um grande sofrimento. Se isso for possível, no momento adequado para todos os moradores da casa, será uma boa ideia ir aos poucos planejando uma nova função para o cômodo. Podem pensar em um escritório, uma biblioteca, ou sala de TV. Manter a porta aberta também é importante para que todos possam ir se habituando aos poucos com o cômodo remodelado.

Dê tempo ao tempo e peça ajuda.

Não se sinta pressionado para fazer muito e se apressar para terminar tudo de uma vez. Dê tempo ao tempo e considere pedir ajuda e companhia de alguém em quem você confia, alguém que possa acolher a sua tristeza neste momento.

Busque apoio para o luto.

Nós do Parque da Cerejeiras somos especialistas no apoio ao luto e disponibilizamos vários meios de informação e ajuda gratuita. 

Você pode contar com grupos de apoio, missas, palestras com psicólogas especializadas no luto e muitas opções de materiais e textos em nosso blog sobre o assunto. Confira alguns que preparamos e podem ajudar: 

Este texto foi desenvolvido pelo Centro de Psicologia Maiêutica em colaboração com o Grupo Cerejeiras

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luto criança

Por mais que esse não seja o nosso desejo, as crianças podem viver uma perda importante na infância.

As crianças percebem a perda, sofrem e passam pelo processo do luto.

O luto da criança é vivido de forma diferente ao do adulto. Algumas crianças demoram um pouco para reagir à morte e somente com o passar do tempo é que vão demonstrando esse sentimento de perda.

A criança pode se sentir insegura ou com medo de que outras pessoas morram também. Isso pode fazer com que elas fiquem mais “grudadas” aos adultos que cuidam dela, é preciso ter paciência e compreender o que está acontecendo.

Há crianças que ficam mais agressivas, mais irritadas e isso também é um reflexo do luto, e elas podem sentir raiva por ter perdido alguém que amavam.

É muito importante que a criança possa ter espaço para expressar seus sentimentos. A família pode ajudar muito, criando oportunidades para falar livremente sobre o assunto ou para desenhar, criar e brincar.

É de se esperar que a criança volte ao assunto da morte em outros momentos, ao longo de seu crescimento, por isso mantenha o canal de comunicação sempre aberto.

É necessário e importante que a criança retome sua rotina segura e conhecida o mais breve possível, como ir para escola e rever amigos.

Se possível evitem realizar mudanças bruscas, como mudar de casa ou escola durante o primeiro ano de luto.