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Conheça o projeto Educa Cerejeiras e nosso compromisso com a Educação.

Índice

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Acreditamos na adoção de causas e na propagação de valores que possam impactar positivamente nossa sociedade. Uma de nossas principais bandeiras é a Educação, pois entendemos que a Educação de qualidade é o grande propulsor do progresso econômico, da mobilidade social e da diminuição da desigualdade em nosso país. 

Como ensina Paulo Freire, educador e filósofo brasileiro, “A educação não transforma o mundo. A educação transforma as pessoas. Pessoas transformam o mundo.” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Freire)

Responsabilidade social

São muitos os problemas que estão presentes na Educação brasileira, especialmente no ensino público. Segundo dados do Sistema de Avaliação do Ensino Básico (Saeb) 2019 tabulados pela plataforma QEdu, dos alunos da rede pública que terminam o Ensino Médio no Brasil 95% não têm os conhecimentos adequados de matemática e 69% carecem de aprendizado adequado de leitura e interpretação de textos. Nas escolas estaduais do Estado de São Paulo esses números são de 94% e 63%, respectivamente. 

Se os estudantes são agentes transformadores da nossa sociedade, é preciso garantir acesso a uma educação de qualidade e proporcionar um contexto em que possam crescer e modificar a realidade ao seu redor. A Educação derruba os muros da desigualdade e por isso consideramos nosso dever contribuir para uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária.

Projeto Educa Cerejeiras

Em 2015 criamos o Projeto Educa Cerejeiras, que distribui bolsas de estudo para os 3 anos do Ensino Médio no UNASP – Colégio Adventista de São Paulo, referência de ensino na Zona Sul da cidade de São Paulo, e que tem como filosofia educacional o desenvolvimento físico, intelectual e espiritual do aluno.

Os beneficiados são alunos da rede pública da região da região do Jardim Ângela, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Em nosso Projeto, os bolsistas são selecionados por seu desempenho acadêmico e podem participar alunos que se destacam em escolas públicas estaduais e municipais da região, como a E.E. Professor Orlando Mendes de Moraes, E.E. Professor Samuel Morse, EMEF Professor Edivaldo dos Santos Dantas e EMEF Professor Clemente Pastore.

As bolsas incluem, além do custo integral da mensalidade, despesas de transporte, alimentação e material escolar. Promovemos também um programa de mentoria, com o acompanhamento do aluno e de seus responsáveis, para assegurar o comprometimento de todos em prol do desenvolvimento do aluno.

O que nos motiva?

A antropóloga cultural estadunidense, Margaret Mead, foi certeira em sua frase: “Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas conscientes e engajadas possa mudar o mundo. De fato, sempre foi assim que o mundo mudou.”

Apesar de sermos um pequeno grupo, com capacidade de ajudar uma quantidade pequena de jovens por ano, somos conscientes, engajados e determinados. Sabemos que nossa ambição não é pequena! Queremos fazer nossa parte para transformar sonhos em realidade e deixar um legado que sirva de inspiração e referência.

Como combustível para nossa motivação, enviamos algumas perguntas aos alunos e ex-alunos participantes do Projeto Educa Cerejeiras e as respostas são inspiradoras. Temos orgulho do que estamos fazendo e de como estamos marcando positivamente a vida desses jovens.

Emilly, 21 anos – Primeira formanda beneficiada pelo Educa Cerejeiras.

O ano de 2015 foi especial para a Emilly. Paulista e moradora de Taboão da Serra, sempre sonhou em realizar muito mais do que sua realidade prometia. Estudante de escola pública, na adolescência Emilly já identificou que as ferramentas que tinha não seriam suficientes para trilhar o tão sonhado caminho:

“Desde muito jovem desejei e busquei formas de aprender e aprimorar minhas habilidades, e sei que esse desejo veio dos meus pais.(…) Eu via que as escolas públicas onde estudei não seriam o suficiente para alcançar os sonhos que eu tinha em meu coração.”

Emilly foi atrás de oportunidades: buscou projetos sociais e participou de cursinhos preparatórios para as provas da ETEC. Após algumas reprovações Emilly confessa que chegou a pensar que seu sonho era impossível e que nunca o realizaria. 

“2015 foi o ano da grande virada para mim.(…) Como uma fagulha de esperança, o Projeto Educa Cerejeiras surgiu e depois de mais uma prova, entrevista e muitas orações, pude ver meu esforço rendendo recompensas.”

Aprovada no Projeto Educa Cerejeiras, Emilly ganhou uma bolsa de estudos para os 3 anos do Ensino Médio e fez valer todo o esforço realizado. Ela se lembra com muito carinho e gratidão a importância do Projeto em sua vida:

“O Projeto Educa Cerejeiras foi um divisor de águas na minha vida, me deu uma visão muito maior sobre mim mesma, meus sonhos e o que posso fazer para tornar cada um deles real. Consigo enxergar os efeitos desses anos como bolsista do Projeto todos os dias quando me sento para estudar. Gratidão é a palavra que me vem à mente quando penso em tudo que me foi ofertado.”

Hoje com 20 anos, casada e cursando Odontologia, ela faz planos tão grandes quanto sua capacidade e determinação para realizá-los:

“Nesse momento, o plano é me tornar uma cirurgiã-dentista e iniciar minha especialização em odontopediatria, que sem dúvidas será seguida de um mestrado e doutorado. Cursos de extensão no exterior também já fazem parte da programação.”

Além de muita capacidade e inteligência, acreditamos que muitos outros jovens possuem, dentro de si, a garra e determinação de ir atrás de seus seus sonhos e realizar cada um deles, mas a falta de oportunidade torna o caminho muito mais complicado. 

“Hoje meu sonho e minha meta é retribuir tudo que foi feito por mim, dando a alguém a oportunidade e a esperança que um dia foi dada a mim.”

Nossa realização é imensa ao perceber que o Projeto Educa Cerejeiras vai muito além da oportunidade de capacitação acadêmica, ele é o início de uma infindável rede de cooperação, esperança, consciência social e ajuda ao próximo.

Alessandro, 16 anos – Aluno do 1º ano.

Nascido na Bahia, Alessandro veio para São Paulo ainda pequeno com seus pais e seu irmão. Escrever é uma das coisas que ele mais gosta de fazer em seu tempo livre, além, é claro, de assistir tv e jogar no computador. Quando o assunto é escola, ele revela suas matérias preferidas:

“Química e Física são minhas matérias favoritas, por mais que muitas vezes eu tenha dificuldade, sempre gostei dessas matérias, até mesmo antes de tê-las na escola, porque tem a ver com meus sonhos futuros.”

O jovem de 16 anos relata como era sua escola antiga e como se sente após ser selecionado para ser bolsista no Projeto Educa Cerejeiras:

“Eu vinha do Professor Samuel Morse, era uma boa escola apesar de tudo, os professores ensinavam bem embora alguns nem tanto, mas eu gostava de lá. Minha escola nova é incrível! Maravilhosa, tem um suporte completo para o aluno, um amplo espaço para explorar, assim como ótimos professores e também uma ambientação perfeita para ensino. Além da biblioteca, claro, tudo bem preparado para o ensino.“

Quando se formar Alessandro pretende ser físico e Técnico em Radiologia, e os seus planos para a universidade parecem bem decididos:

“Pretendo estudar Física numa faculdade no exterior, então me esforço bastante para que isso seja possível um dia.”

A resposta do Alessandro sobre um valor pessoal e o que faria do mundo um lugar melhor dispensa quaisquer comentários:

“Para mim, um valor pessoal mais importante é a empatia. Com ela, adquirimos outros valores que ajudam em nossa convivência com os demais.

O mundo seria melhor se as pessoas tivessem mais dessa empatia, se colocando no lugar dos demais, tudo iria ficar mais fácil, os seres humanos iriam ficar mais unidos. As coisas em si iriam melhorar se todos colaborassem pelo bem.”

Felipe, 18 anos - Formando da turma de 2020.

“O Educa Cerejeiras contribuiu imensamente na minha vida, de forma que, sem a bolsa de estudos, eu não teria tantas experiências quanto pude ter nos últimos três anos. Tive contato com outra realidade social, outras pessoas e outra forma de troca de conhecimentos. Sem esse projeto, eu não teria conhecido pessoas que hoje pretendo levar para o resto da minha vida, nem teria adquirido tão facilmente certos tipos de conhecimento e vivências.

Hoje, pretendo cursar publicidade e propaganda, e futuramente trabalhar com algo direcionado à vida artística.”

Jimar, 17 anos - Aluno do 3º ano

“O Educa Cerejeiras me proporcionou estudar no Unasp e me permitiu seguir no curso de T.I, uma imensa honra e oportunidade de não só adquirir conhecimentos técnicos valiosos para boas oportunidades para mudar minha realidade e de minha família, como também ter o melhor ensino acadêmico, em um lugar aprazível com ambiente e costumes incríveis que jamais conheceria em outras instituições de ensino, muito mais do que eu pudesse esperar e uma das melhores coisas que me aconteceu e mudou minhas perspectivas para o futuro.”

Maria Eduarda, 16 anos - Aluna do 1º ano.

“Nasci e cresci no Vera Cruz (bairro), tanto que ainda moro aqui, junto de minhas duas irmãs, mãe e vó. No ensino fundamental estudei no Orlando Mendes de Moraes, gostava das pessoas que estudavam e trabalhavam lá, porém não do ensino aplicado. A Unasp é realmente bem diferente da escola anterior, mesmo com aulas online é perceptível o quanto o ensino é mais exigente.”

Nossa missão de transformar.

Desde 2015 já tivemos a satisfação de investir em bolsas de estudo para 22 jovens e temos certeza de que muitas outras Emillys, muitos Alessandros, Felipes, Jilmar e Marias Eduardas estão por vir para contar suas histórias de superação e sucesso! 

Muitos de nossos ex-bolsistas hoje realizam o sonho de cursar o Ensino Superior, em cursos de Odontologia, Engenharia Civil e Letras. Com o Projeto Educa Cerejeiras, temos a missão de ajudar a transformar o futuro de crianças e jovens, oferecendo oportunidade para que possam superar desafios, crescer e progredir.

Acreditamos que podemos fazer a diferença e impactar positivamente a vida de muitas famílias, pois cada conquista individual tem o potencial de criar uma grande corrente de transformação social. Se mudar o mundo é fazer dele um lugar melhor para alguém, acreditamos que estamos no caminho certo.

Faça também a sua parte e, se possível, colabore com alguma organização social, associação ou fundação que invista na Educação. Os jovens de hoje não são somente os adultos de amanhã. Eles são a nossa responsabilidade para hoje e nossa oportunidade de fazer a diferença agora!

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Nas últimas décadas, o modelo de cemitério parque ganhou espaço em diversas cidades brasileiras, apresentando uma proposta bastante diferente da dos cemitérios tradicionais. Mais do que duas formas de sepultamento, são modelos que nasceram em momentos históricos distintos e expressam maneiras diferentes de organizar a paisagem, preservar a memória e receber as famílias.

Entender essas diferenças na estrutura, na experiência de visitação, na conservação, nos serviços oferecidos e no conceito de memória que cada espaço carrega ajuda a fazer uma escolha mais consciente e adequada às necessidades de cada família.

O cemitério tradicional: a primeira geração dos cemitérios.

O formato que hoje reconhecemos como cemitério tradicional consolidou-se no Brasil ao longo do século XIX e da primeira metade do século XX. Até então, era comum que os sepultamentos ocorressem no interior das igrejas ou em seus arredores. Com as transformações sanitárias e urbanas daquele período, os cemitérios passaram progressivamente a ocupar áreas próprias, afastadas dos templos e organizadas como espaços públicos de sepultamento. Por essa origem, muitos dos grandes cemitérios tradicionais brasileiros foram criados pelos municípios e são, historicamente, de titularidade pública, ainda que atualmente possam existir diferentes modelos de operação e concessão. Sua paisagem reflete os valores e a arquitetura de outras épocas: mausoléus, capelas, esculturas, cruzes, lápides e monumentos em pedra se sucedem em estilos variados: neoclássico, gótico, eclético ou art déco. Esse conjunto pode ter enorme valor histórico, artístico e cultural. Ao mesmo tempo, a sobreposição de construções concebidas individualmente, em épocas diferentes e segundo escolhas particulares de cada família, produz uma paisagem mais densa e heterogênea. A diversidade que faz de alguns cemitérios verdadeiros museus a céu aberto também significa menor unidade visual, com monumentos de dimensões, materiais, estados de conservação e linguagens arquitetônicas muito distintos. O resultado costuma ser uma atmosfera mais solene e, para algumas pessoas, até mais lúgubre.

Do cemitério tradicional ao cemitério parque: uma mudança histórica de paisagem.

A partir da década de 1960, difundiu-se no Brasil uma proposta diferente: o cemitério jardim, também chamado de cemitério parque. Em grande medida impulsionado por empreendimentos privados, esse modelo coloca a paisagem acima da monumentalidade. Os jazigos deixam de disputar espaço visual com mausoléus e construções funerárias e passam a ser identificados de forma discreta, normalmente ao nível do solo, em meio a gramados, árvores e jardins. Há exceções nos dois sentidos — existem cemitérios parque públicos e cemitérios tradicionais privados —, mas essa diferença de origem ajuda a explicar a evolução dos dois modelos no país. Também há uma diferença importante na forma de gerir a paisagem. Em cemitérios tradicionais, a conservação pode ser mais fragmentada: a administração cuida das áreas comuns, enquanto a manutenção de jazigos e monumentos pode depender de famílias ou titulares, além de haver limitações para intervir em construções antigas ou protegidas por regras patrimoniais. Nos cemitérios públicos, restrições orçamentárias e procedimentos administrativos também podem tornar reformas amplas mais lentas. Já no cemitério parque, a padronização dos jazigos e das intervenções visíveis permite que a administração mantenha maior controle sobre o conjunto paisagístico, favorecendo continuidade estética e conservação mais uniforme.

O que é um cemitério tradicional e como ele funciona?

O cemitério tradicional continua profundamente presente na cultura brasileira e, para muitas famílias, representa muito mais do que um local de sepultamento. Sua estrutura costuma ser mais densa, com ruas internas ladeadas por túmulos, lápides, jazigos, capelas e mausoléus. Como cada construção pode ter sido concebida em um período e segundo um repertório arquitetônico diferente, a experiência visual é marcada pela individualidade de cada sepultura, e a infraestrutura pode variar bastante de acordo com a história e a administração de cada cemitério. Alguns cemitérios tradicionais são reconhecidos como patrimônio histórico e abrigam importantes obras de arte, esculturas e exemplares de arquitetura funerária. É o caso do Cemitério da Consolação, em São Paulo, inaugurado em 1858 e hoje uma referência da memória urbana da cidade. Por isso, o cemitério tradicional segue sendo uma escolha legítima e significativa, especialmente para famílias que já possuem jazigos no local, valorizam a continuidade entre gerações ou mantêm uma relação afetiva, religiosa ou histórica com aquele espaço.

O cemitério vertical.

Um desdobramento mais recente desse modelo são os cemitérios verticais, nos quais jazigos são organizados em gavetas sobrepostas e surgem como resposta à escassez de espaço nos grandes centros urbanos. Nesse modelo, a prioridade é o aproveitamento eficiente do espaço. Em comparação com os cemitérios tradicionais ou parques, há menos presença de monumentos individuais e de áreas paisagísticas extensas, resultando em uma experiência pouco inspiradora e mais funcional.

E o que é um cemitério parque? O que o diferencia?

O cemitério parque parte de uma proposta diferente: criar um espaço de sepultamento que seja também um ambiente de paz, beleza e acolhimento para quem permanece. Em vez de uma paisagem dominada pelas construções funerárias, o projeto privilegia a natureza e a unidade do conjunto. Grandes áreas verdes, jardins cuidadosamente mantidos, caminhos arborizados e uma arquitetura integrada à paisagem ajudam a produzir uma experiência mais serena. Os jazigos, em geral, ficam ao nível do solo ou em estruturas discretas e seguem padrões que evitam a competição visual entre monumentos. Essa padronização não elimina a individualidade da memória de cada pessoa. Ela transfere a expressão da homenagem do tamanho ou da forma da construção funerária para os rituais, as cerimônias, as flores, as mensagens, as lembranças e a própria relação da família com o espaço. O Cemitério Memorial Parque das Cerejeiras é um exemplo desse conceito: são mais de 300.000 m² de área verde, com aproximadamente metade do território destinada à preservação ambiental, em um projeto no qual arte, arquitetura e sustentabilidade procuram conviver de forma integrada.

Como o ambiente do cemitério afeta as sensações de quem fica?

Sepultar um ente querido não é um evento isolado. É o início de uma relação com aquele espaço que pode durar décadas e voltar a ocupar um lugar importante em aniversários, datas comemorativas e momentos em que a saudade se torna mais presente. Por isso, a experiência de visitação importa tanto quanto a cerimônia de despedida. Em cemitérios tradicionais, essa experiência varia muito. Há espaços históricos bem preservados e organizados, mas também existem locais em que a sinalização, a conservação das vias, a manutenção dos jazigos ou a infraestrutura de apoio são irregulares. Como a paisagem é formada por milhares de intervenções individuais, mesmo uma boa administração das áreas comuns nem sempre consegue assegurar unidade ao conjunto. No cemitério parque, o planejamento parte justamente da experiência integrada do visitante. Caminhos, áreas de descanso, segurança, sinalização, vegetação e manutenção fazem parte de um mesmo projeto paisagístico. A intenção é que a visita possa ocorrer em um ambiente de recolhimento e conexão com a memória, sem que o próprio espaço acrescente desconforto a um momento que já é emocionalmente delicado.

Jazigos e opções de sepultamento: o que cada modelo oferece.

Outro ponto relevante está nas opções disponíveis de sepultamento. Saber como escolher um jazigo no cemitério começa por entender não apenas sua capacidade, mas também as regras de uso, manutenção, sucessão e conservação de cada espaço. Entre as alternativas procuradas estão o jazigo familiar para 6 pessoas em cemitério, indicado para famílias que desejam reunir diferentes gerações em um único local. Outra opção são jazigos que acomodam urnas ossuárias e cinerárias, adequados para famílias que optam pela cremação. Essa variedade importa porque as famílias brasileiras são diversas em crenças, tradições e composição. Ter alternativas permite escolher o que de fato faz sentido para cada história. No Cerejeiras, as soluções foram desenvolvidas considerando diferentes formas de sepultamento, cremação, homenagem e preservação da memória.

Investimento e transparência: o que considerar na hora de avaliar o custo.

Não existe uma regra única segundo a qual um cemitério tradicional será sempre mais barato ou um cemitério parque necessariamente mais caro. Os valores dependem de localização, disponibilidade, tipo e capacidade do jazigo, prazo de uso, serviços incluídos, manutenção e estrutura oferecida. Nos cemitérios tradicionais, é importante verificar separadamente quais despesas cabem à administração e quais ficam sob responsabilidade da família, especialmente em relação à construção, reforma e conservação do jazigo. Dependendo do local, a manutenção de um monumento ou mausoléu pode representar um custo adicional ao longo do tempo. No cemitério parque, o investimento costuma estar associado a uma estrutura de manutenção integrada do conjunto, incluindo áreas verdes, vias, segurança, infraestrutura de visitação e serviços de apoio. A padronização também reduz a necessidade de construir e conservar monumentos funerários individualizados. Ao pesquisar quanto custa um jazigo no cemitério e comparar as opções, o mais importante é solicitar uma simulação completa, com valor de aquisição ou cessão, condições de pagamento, taxas periódicas, serviços incluídos e eventuais custos futuros. Só assim a comparação entre modelos é realmente transparente.

Memorial Parque das Cerejeiras: quando o ambiente é uma forma de cuidado.

Escolher um cemitério parque é escolher um lugar pensado não apenas para o sepultamento, mas também para a permanência e a visitação das famílias. No Cerejeiras, essa concepção orienta a relação entre paisagismo, arquitetura, arte e natureza. Áreas verdes, orquidário, caminhos arborizados, obras de arte e espaços de silêncio e contemplação procuram tornar a experiência de visita mais acolhedora. A proposta não é apagar a dimensão da perda, mas oferecer um ambiente em que a memória possa ser vivida com serenidade e respeito. Ao final, a comparação entre cemitério-jardim versus cemitério tradicional não se resume à estética. Ela envolve história, modelo de gestão, conservação, forma de ocupação do espaço, experiência de visitação e a maneira como cada família deseja preservar a memória de quem partiu. Para algumas famílias, a tradição, a arquitetura funerária e a continuidade de um jazigo antigo serão fundamentais. Para outras, a unidade da paisagem, a natureza, a manutenção integrada e o acolhimento oferecido por um cemitério parque farão mais sentido. Conhecer essas diferenças é o melhor caminho para uma decisão consciente — e para escolher um lugar que continue sendo significativo muitos anos depois da despedida." ["post_title"]=> string(94) "Cemitério Parque vs. Cemitério Tradicional: qual é a melhor opção para honrar a memória?" ["post_excerpt"]=> string(0) "" ["post_status"]=> string(7) "publish" ["comment_status"]=> string(4) "open" ["ping_status"]=> string(4) "open" ["post_password"]=> string(0) "" ["post_name"]=> string(41) "cemiterio-parque-vs-cemiterio-tradicional" ["to_ping"]=> string(0) "" ["pinged"]=> string(0) "" ["post_modified"]=> string(19) "2026-08-31 11:12:59" ["post_modified_gmt"]=> string(19) "2026-08-31 14:12:59" ["post_content_filtered"]=> string(0) "" ["post_parent"]=> int(0) ["guid"]=> string(34) "https://cerejeiras.com.br/?p=68436" ["menu_order"]=> int(0) ["post_type"]=> string(4) "post" ["post_mime_type"]=> string(0) "" ["comment_count"]=> string(1) "0" ["filter"]=> string(3) "raw" }

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