Arte no Memorial Parque das Cerejeiras

O Memorial Parque das Cerejeiras foi planejado para ser muito mais do que um cemitério. São 300 mil metros quadrados, sendo 90% de áreas verdes. O contato com a natureza e as belas paisagens naturais já seriam o suficiente para que o Parque das Cerejeiras cumprisse o seu objetivo de ser um lugar agradável que oferece conforto e acolhimento às famílias enlutadas. A harmonização da natureza, arquitetura e arte torna o espaço ainda mais fascinante e supera quaisquer expectativas que tenhamos sobre um cemitério agradável. A opinião é unânime: o Memorial Parque das Cerejeiras é um lugar especial de acolhimento e contemplação, onde a tristeza dá espaço à reflexão e às boas memórias.

Obras de arte espalhadas pelo cemitério

Assim como a natureza, no Memorial Parque das Cerejeiras a arte está espalhada por todo lugar. Durante uma visita é possível passear por uma verdadeira galeria a céu aberto com esculturas, obras de arte e instalações totalmente exclusivas e pensadas para o local

Parque das Cerejeiras em parceria com Hugo França, renomado designer brasileiro

Conhecido nacional e internacionalmente, as obras de Hugo França não passam despercebidas. O designer que já marcou presença nos parques do Ibirapuera, Burle Max, no instituto Inhotim e até em Nova York, apresenta um trabalho de preocupação com o meio ambiente em conjunto com uma original sensibilidade artística. As peças criadas pelo escultor nascem das árvores descartadas, com intuito de levá-las de volta ao convívio natural de forma harmoniosa. A vontade de dar uma segunda chance ao elemento é a grande motivação do artista desde 2002, quando ele começou a realizar esse trabalho diferenciado. A nobre matéria-prima é inspiração inicial de Hugo e as formas, buracos, rachaduras, marcas de queimadas que as árvores normalmente apresentam são respeitosamente aliadas à finalização da obra. 

No Memorial Parque das Cerejeiras contamos com grandes obras assinadas por Hugo França em nossos jardins. Ao todo são 22 esculturas mobiliárias que podem ser apreciadas livremente por nossos visitantes. Segundo as palavras do próprio designer, “Criar essas peças foi interessante pelo fato de ser um local cheio de simbologia. Além disso, desmistifica a ideia de que o cemitério é um lugar apenas marcado pela tristeza, pois pode ser um espaço de apreciação de arte e cultura”, comenta Hugo França.  

Hugo França reaproveitou eucaliptos do próprio Memorial Parque das Cerejeiras, que foram transformados em 20 mobiliários e 2 esculturas, elementos que voltaram ao convívio natural pelas mãos do escultor e que funcionam agora como um refúgio para quem deseja refletir e ficar em sintonia com a natureza.

Leveza e poesia: obras “Árvore” e “Ciclo” de Alê Bufe no Parque das Cerejeiras

Alê Bufe é mais uma talentosa artista plástica que também contribuiu com sua arte para tornar o Parque das Cerejeiras um lugar especial.  Alessandra Bufe tem a liberdade de expressão como sua mais importante ferramenta. Sua arte é bastante intuitiva e carrega muito de seu estado de espírito do momento da concepção.

“Árvore” é uma escultura elaborada a partir de pinturas a dedo, uma técnica que desenvolveu durante a carreira e que hoje é uma das suas principais características.

A obra reproduz uma árvore inspirada na sequência de Fibonacci – uma sucessão de números que aparecem em muitos fenômenos da natureza –, representando crescimento, evolução, vida e transformação. A escultura idealizada pela artista em parceria com o Memorial Parque das Cerejeiras possui curvatura que permite ser usada também como banco. A peça é feita de aço corten e passou pelo processo de oxidação provocada por aplicação de ácido.

“Levei a pintura a dedo e o design para a escultura em aço, com leveza e poesia. Leveza, pois cada pincelada foi transformada em um negativo, uma renda, vazada e leve, apesar do material pesado; e poesia, por provocar sentimentos em quem a contempla”, conta Alê Bufe.

Os cortes que atravessam a obra, além de estilosos, possuem também outro propósito: projetar sombras de acordo com a posição do Sol, criando imagens no solo. Sem dúvidas, uma escultura que vale a pena prestigiar!

Também criada por Alê Bufe, a obra “Ciclo” foi montada a partir dos retalhos da escultura “Árvore” e mantém a estrutura da espiral de Fibonacci. Instalada sobre espelho d’água, sugere o movimento infinito, o nascimento, a purificação e a passagem para uma nova vida.

Bosque das Palavras

Palavras expressam sentimentos e, quando escritas, se perpetuam no tempo. 

O Bosque das Palavras surgiu da ideia de materializar as expressões que encontramos mais frequentemente nas homenagens escritas pelos visitantes em nosso painel de mensagens e também no site do Parque das Cerejeiras. São palavras profundas dirigidas às pessoas que passaram em nossas vidas e deixaram as melhores recordações.

Em nosso bosque, as palavras brotam do chão e se exibem suspensas sobre a vegetação do Memorial.  Cada palavra foi desenhada em letra cursiva e forjada em ferro, ecoando emoções em harmonia com a natureza e estabelecendo uma relação emocional entre os sentimentos etéreos e a matéria sólida

Poesias em placas

Ao caminhar pelo Parque das Cerejeiras você vai se deparar com diversas placas e não serão as de sinalização que vão prender sua atenção. Estas placas são especiais e carregam lindas mensagens. Poemas de Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Mario Quintana e Manuel Bandeira estão espalhados pelo trajeto para que, ao caminhar, o leitor possa receber uma mensagem especial e usar a arte e a literatura para reflexão e consolo.

Exposição de macrofotografia – Alê Bufe

Após 12 horas e mais de 3 mil fotos registradas em nosso espaço, a artista plástica e fotógrafa Alê Bufe, convidada pelo Memorial Parque das Cerejeiras, inaugurou sua exposição de macro fotografia. Primeiramente foi realizada uma pré-seleção e, das 3 mil fotos, 300 foram escolhidas. Dentre as 300, 12 foram para a exposição em 2018. A artista Alê Bufe traduz seu trabalho: 

“A macro fotografia revela minúsculos seres e detalhes muitas vezes invisíveis a olho nu. Um pequeno jardim se transforma num universo de imagens quando enxergamos a cena através de lentes macro. Uma simples gota de orvalho se transforma em uma jóia efêmera; sob o gramado, pequenos e contorcidos brotos de samambaia e trevos nos aproxima o quão perto for possível. A magia daquele momento leva ao registro, o clique, a materialização daquele instante, contido no pequeno grande mundo da macrofotografia. Atente-se aos detalhes e ao que geralmente seria apenas um punhado de erva daninha pode se tornar uma fonte de inspiração para belas fotografias.”

Quadro de Pedro Vaz inspirado nas belas paisagens do Parque das Cerejeiras

Pedro Vaz é um artista plástico mundialmente respeitado. Nasceu em Moçambique porém foi criado e vive atualmente em Lisboa, Portugal, onde cursou Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Ao longo de sua carreira, Pedro realizou diversas exposições individuais e recebeu prêmios em concursos internacionais.

Pedro Vaz esteve no Brasil para a sua primeira exposição “Atlântica”, que surgiu a partir de uma jornada do artista pela Mata Atlântica nas proximidades de Paraty. Nesta oportunidade, o Memorial Parque das Cerejeiras convidou o artista para conhecer o cemitério e, a partir de uma paisagem natural, fazer uma pintura.

Não nos surpreendeu quando Pedro se encantou com a vista do Parque Estadual Guarapiranga, o que deu origem a este quadro.

A natureza é um tema muito presente em sua obra. Sobre este “resgate” da natureza através de sua arte, Pedro explica:  “Acho que, se vivemos num mundo onde as pessoas têm uma experiência menos direta da natureza, é possível que, por causa dessa privação, elas não saibam como responder à natureza. Talvez tenhamos perdido um pouco do instinto ou conhecimento que era parte da experiência dos nossos ancestrais; somos menos capazes de nos identificar com ela.”

Arquitetura do Acolhimento: cada espaço do Parque das Cerejeiras foi pensado para você.

O Memorial Parque das Cerejeiras foi planejado para receber famílias e oferecer conforto às pessoas em um momento de tristeza. Nossa proposta é oferecer um local especial, um espaço que transmita tranquilidade aos visitantes e aos enlutados e, para isso, pensamos em cada detalhe e cada ambiente. Confira os diferenciais de nossos espaços:

Praça da eternidade

É possível fazer do jazigo o próprio ossuário, guardando a urna com os ossos dentro do jazigo. Em outras palavras, o jazigo pode abrigar tanto a chamada urna mortuária (o caixão com o corpo sepultado) quanto a urna ossuária (caixa menor, com os ossos após a exumação dos restos mortais).

O tamanho da gaveta de jazigo possibilita a guarda de uma urna mortuária apenas, mas de várias urnas ossuárias de menor tamanho.

Portal de entrada

O portal da entrada do Parque das Cerejeiras foi construído em madeira, com estrutura paramétrica que remete ao movimento de um voo para um lugar sagrado. Evoca a transcendência e a liberdade de movimento, como mensagens de acolhimento do visitante.

Capela

Com estilo contemporâneo e convidativo, a capela ecumênica do Parque das Cerejeiras conta com estrutura em rasgos que permitem a iluminação natural. Na capela, a luz do sol divide espaço com bancos de madeira originais e obras de arte da artista plástica Alessandra Bufe. Ali são realizados velórios, bem como missas, sermões, cerimônias e reuniões com psicólogos para enlutados. Seus traços e as luzes proporcionam uma sensação de paz e aconchego ao visitante. Aberturas nas janelas das paredes de alvenaria lembram a célebre capela de Notre Dame du Haut, em Ronchamp, na França, obra do renomado arquiteto Le Corbusier (1955). Em reconhecimento à sua originalidade e qualidade, o projeto de Crisa Santos para a capela do Parque das Cerejeiras foi premiado na categoria Espaços Públicos da “America Property Awards”.

Velório-jardim e orquidário

Em um espaço às margens do bosque, a arquiteta Crisa Santos projetou um orquidário com estrutura de madeira que segue o prolongamento das árvores. O velório-jardim, a céu aberto, ostenta cobertura em madeira e bancos de aço assinados pelo designer Sergio Matos.

O designer Sergio Matos, com trabalho reconhecido no Brasil, Itália e Alemanha, desenvolveu um banco com design exclusivo para o nosso parque. Para ele, o vínculo do que transpõe o espaço e a matéria à natureza do parque convidam para um momento de serenidade e meditação. 

O espaço arejado do velório-jardim permite um contato mais direto e integrado com o ambiente externo e com a natureza, convidando à contemplação e à reflexão, e com isso à melhor assimilação do luto.

Mirante

Este espaço é também um mirante contemplativo, em que os bancos de madeira se curvam em direção à beleza da represa Guarapiranga, tornando o espaço, que já era muito visitado, ainda mais propício para admirar o pôr do sol. Há ainda placas explicativas sobre a represa e seu entorno.

Neuroarquitetura

O Parque das Cerejeiras é uma galeria a céu aberto, com esculturas, obras de arte e instalações criadas exclusivamente para o local. O projeto de arquitetura do Parque das Cerejeiras foi baseado no conceito da “neuroarquitetura”, que se utiliza da neurociência para criar projetos que potencializam o impacto do ambiente físico no ser humano. As formas construtivas das edificações, das obras e das instalações procuram evocar a relação com a natureza e o amor pela vida, a “biofilia”.

Coração de homenagens

Esta peça foi desenvolvida a partir de uma ideia da artista Alê Bufe e aperfeiçoada pela arquiteta Crisa Santos que se tornou um espaço simbólico de homenagens. A iniciativa preparada inicialmente para o Dia de Finados de 2015 é um sucesso até hoje. A obra é também interativa, onde os visitantes depositam as suas homenagens aos entes queridos em cartões com formato de coração.

A arte eterniza momentos

A arte é uma forma de o ser humano expressar suas emoções e pode ser representada e vivida de muitas formas, como música, escultura, pintura, cinema, teatro, entre outras.

A psicóloga e arteterapeuta Juliana de Sylos Lima, responsável pelo Grupo de Arteterapia Hospital 9 de Julho mostra a importância e os benefícios da arte em nosso dia-a-dia e afirma: “a arte parece-me como uma necessidade vital, não uma necessidade do corpo, mas sim algo que transcende a matéria, entrando no campo da espiritualidade. É algo que não conseguimos evitar, pois ela está em tudo, começando por nós mesmos. Os benefícios da arte são muitos, entre eles, um canal para expressão de sentimentos e emoções promovendo o alívio de tensões e maior bem estar psicossocial.”

Nós, do Memorial Parque das Cerejeiras, reconhecemos a importância do acesso à arte e à cultura para a sociedade e acreditamos que estar em contato com qualquer forma de arte promove bem-estar e conforto. Além de toda a estrutura do Parque das Cerejeiras estar repleta de obras de arte e espaços pensados para os nossos visitantes, acreditamos também na importância da propagação da arte e, por isso, incentivamos, patrocinamos e realizamos eventos artísticos durante o ano.

Concerto no Dia de Finados

Em 2005 iniciamos a promoção da música clássica no Dia de Finados, sempre com duas apresentações ao longo do dia. As apresentações são sempre acompanhadas de explicações sobre os artistas, músicas e instrumentos, visto que o nosso público não é acostumado a este tipo de música e uma das funções da apresentação é a educação musical. Esta “tradição” é sucesso de público e crítica no Dia de Finados.

Já passaram pelo Cerejeiras a Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, Orquestra Filarmônica de Santo Amaro, Orquestra Jovem do CEU de Perus, Coral Camerata Vitta entre outras.

Teatro

O Cerejeiras vê o teatro como uma das principais expressões artísticas existentes. Ao longo dos últimos anos, patrocinamos diversas peças de teatro. Sempre buscamos como contrapartida ingressos gratuitos e/ ou subsidiados que são ofertados aos nossos clientes e colaboradores. Acreditamos que assim podemos contribuir na viabilização da peça e incentivar os nossos clientes e colaboradores a consumir arte. Desta maneira, todos saem ganhando! 

Algumas peças já contempladas foram: “O Pai” (peça com diversos prêmios), “Esperando Godot” (clássico do teatro), “Não sou Bistrô” e “Caros ouvintes”.

Venha conhecer o Parque das Cerejeiras!

O Memorial Parque das Cerejeiras foi pensado e é preparado com todo cuidado todos os dias para que aqui você encontre um lugar aconchegante e amigável para refletir, buscar consolo, compartilhar lembranças e se sentir melhor diante da perda de um ente querido. Aqui também é onde muitas famílias decidem guardar com carinho, respeito e cuidado, as memórias de seus familiares que já partiram. 

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